December 16, 2019

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O uso da chupeta e suas consequências

Hoje vamos comentar sobre um tema que gera dúvidas e polêmica em relação a um hábito oral introduzido na maioria das vezes assim que o bebê nasce.

 

A utilização da chupeta como consequência da necessidade fisiológica da sucção justifica-se pela tentativa dos pais e familiares de evitar que a criança chupe o dedo, ou na esperança de trazer a sensação de conforto ao recém nascido, que na maioria das vezes demonstra seu incômodo através do choro.

 

Como pais, sempre teremos a preocupação com o bem estar de nossos filhos, e sua tranquilidade afeta diretamente nosso emocional. Não é por acaso que a palavra Chupeta em inglês, Pacifier, derivada do verbo to Pacify, numa tradução livre signifique Pacificador.

Até os quatro meses de idade o bebê  apresenta reflexo de sucção exacerbado, e à medida que ele mama no peito materno essa necessidade é saciada. Nesse período a sucção é um reflexo fisiológico, uma “fome neural”, que vai diminuindo através da amamentação, coincidindo com o período onde serão introduzidos outros alimentos além do leite, permitindo à criança experimentar sabores e texturas que contribuirão com o desenvolvimento neuromuscular oral.

 

O uso contínuo da chupeta acarreta desvios no desenvolvimento de alguns grupos musculares orais, que podem gerar alterações de crescimento facial, de oclusão dentária, das funções de mastigação e deglutição e possíveis atrasos na aquisição da linguagem oral.

Há dois anos o ex-jogador de futebol David Beckham utilizou-se das redes sociais para protestar sobre comentários da mídia acerca do fato de sua filha Harper Seven, na ocasião com quatro anos, ter sido fotografada usando a chupeta num passeio familiar. O próprio pai declarou que o acessório era utilizado para dar mais segurança à filha...

 

Porém, apesar de ser um hábito aparentemente inofensivo, uma vez que em algumas situações acalme e conforte a criança, o ideal seria evitar seu uso, ou fazê-lo de forma restrita a princípio, até que o hábito seja eliminado, pois as consequências são extensas, e na maioria das vezes exigem tratamentos multidisciplinares e prolongados.

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